Publicado em
31/03/2025
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O compliance tem se consolidado como uma função essencial dentro das organizações modernas, não apenas como um mecanismo de conformidade regulatória, mas como um verdadeiro agente estratégico para a gestão de riscos.
Segundo o estudo “Anticipating more scrutiny”, da consultoria KPMG, divulgado em 2023, 49% das empresas já implementaram um Programa de Compliance, mas apenas 4% têm um Programa maduro.
Empresas que enxergam o compliance apenas como uma obrigação legal perdem a oportunidade de utilizar essa função como diferencial competitivo, mitigando riscos e promovendo uma cultura ética e sustentável.
Tradicionalmente, a gestão de riscos era vista como uma atividade isolada e reativa, baseada na detecção e na correção de irregularidades.
No entanto, o compliance estratégico transforma essa abordagem em algo proativo e preventivo.
O agente de gestão de riscos deve atuar de forma integrada com diversas áreas da empresa, identificando potenciais vulnerabilidades antes que elas se tornem problemas reais.
A integração entre compliance e gestão de riscos envolve:
Um programa de compliance bem estruturado vai além de evitar multas e sanções. Ele fortalece a reputação da empresa, melhora o relacionamento com stakeholders e contribui para um ambiente corporativo mais transparente e ético.
Veja mais sobre Como analisar parcerias pode reduzir riscos reputacionais
Entre os principais benefícios, destacam-se:
O agente de gestão de riscos deve atuar como um facilitador dentro da organização, garantindo que todos os setores estejam alinhados com as boas práticas de compliance. Suas principais responsabilidades incluem:
Para que o compliance seja verdadeiramente estratégico, algumas ações são fundamentais:
Leia também: Auditoria interna: Entenda como implementar esse processo
O compliance estratégico é um elemento fundamental para a gestão de riscos corporativos. Ao ser visto como um aliado do crescimento sustentável e da inovação, ele permite que as empresas se protejam contra ameaças, ao mesmo tempo em que constroem uma cultura organizacional ética e eficiente.
O agente de gestão de riscos desempenha um papel essencial nesse cenário, garantindo que as melhores práticas sejam implementadas e mantidas de forma consistente.
Nesse contexto, o background check se torna uma ferramenta indispensável, permitindo a verificação precisa de informações e a identificação de possíveis riscos antes que eles se tornem problemas.
Ao integrar processos de due diligence e triagem automatizada, as empresas podem tomar decisões mais seguras, reduzir fraudes e evitar parcerias que comprometam sua reputação e segurança.
Saiba mais sobre como ir além da conformidade com o Background check
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Maria Eduarda
Especialista em Produção de Conteúdo sobre Gestão de Riscos na BGC Brasil e estudante de Comunicação Social em Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
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