Publicado em
18/05/2023
| Atualizado em
08/01/2026
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Compliance empresarial é nome da área responsável pelo conjunto de práticas, políticas e controles que garantem que a empresa atue em conformidade regulamentar com leis, normas e padrões éticos.
Por essa razão, em primeira análise, o compliance costuma a ser visto como uma área que apenas atua na conformidade da empresa. Todavia, seguir as normas e padrões de leis como a LGPD, por exemplo, é o objetivo final do compliance, mas não todo o seu escopo de atuação.
No dia a dia, compliance não é só seguir leis ou cumprir normas, mas também atuar como um agente de gestão de riscos. Isto é, criar critérios claros, validar informações sobre parceiros como consulta de antecedentes, reduzir achismos e garantir que fornecedores estejam alinhados com o que as regras da empresa.
Ou seja, a construção de um programa de compliance tem um papel fundamental na organização ao ser capaz de promover previsibilidade sobre riscos. Uma qualidade que ajuda na economia de recursos e crescimento a longo prazo.
Mas então, sabendo disso, quais são as melhores soluções para que o seu compliance empresarial gere bons resultados? Continue a leitura para conferir.

De modo simplificado, compliance empresarial é o setor responsável por garantir que a empresa está fazendo o que precisa ser feito, do jeito certo. Isso envolve seguir leis, normas e regulações, mas também adotar práticas éticas, critérios claros e processos que reduzam riscos como o background check para avaliar conformidade de parcerias.
Isso significa que na prática, ao contrário do senso comum, o compliance não vive só de documentos ou de fiscalizar políticas. Na verdade, o complaince está, ou deveria estar olhando também, como a empresa contrata, escolhe parceiros, lida com dados, resolve conflitos de interesse e se posiciona diante de situações sensíveis.
Tudo isso não para travar o negócio, mas pensando em promover segurança e embasamento. Assim, empresas que conseguem implementar o compliance de forma eficiente conseguem evitar problemas jurídicos, financeiros e riscos reputacionais antes que eles aconteçam.
Depois de entendermos mais sobre o compliance e como ele vai além da conformidade, surge outra dúvida: de que maneira isso se traduz em soluções reais?
O principal ponto é que estamos no cenário do Brasil, onde o há muitos riscos regulatórios por conta de mudanças frequentes em legislações e corporativos. Nesse sentido, falar de compliance exige olhar para ferramentas, processos e tecnologias que ajudam na atuação da área.
A matriz de risco ajuda a transformar percepções em critérios claros. Isso acontece porque ela traz visibilidade e organiza riscos por impacto e probabilidade, permitindo priorizar ações e alocar recursos melhor, o que influencia na qualidade da decisão.
O compliance deve atuar ativamente na gestão de terceiros e ter o background check como suporte ajuda muito nisso. Isso porque, ao verificar antecedentes e informações de colaboradores, fornecedores e parceiros, a área ganha visão sobre riscos não tão visíveis que podem prejudicar a empresa.
Leia também “Como consultar antecedentes criminais pelo CPF ou nome“
Assim como achar que compliance só olhar para conformidade é incoerente, ser um compliance que apenas tem foco nisso também é. Por essa razão, além de cumprir regras, o profissional de compliance deve ser capaz de antecipar cenários. Isso significa identificar vulnerabilidades, apoiar decisões e orientar o negócio antes que falhas virem crises.
Leis, normas e cenários mudam todo tempo e acompanhar é um desafio. Nesse sentido, estar sempre estudando, realizando cursos de compliance e treinamentos ajudam a pessoa da área a continuar atualizada.
O compliance precisa ter uma visão ampla, 360º. Ou seja, precisa estar conectado a RH, jurídico, financeiro, compras e liderança para acompanhar e auxiliar em decisões em toda a empresa.
De forma simplificada, o primeiro passo é identificar processos críticos, áreas mais expostas e situações que podem gerar não conformidade, como contratações, gestão de terceiros, proteção de dados e relações comerciais.
Em seguida, estruturar políticas e procedimentos de compliance de fácil entendimento e aplicáveis à realidade da empresa. Na prática isto consiste em criar código de conduta, normas internas e fluxos de aprovação que precisam ser simples, acessíveis e conhecidos por todos os envolvidos.
Por fim, um programa de compliance empresarial deve passar por monitoramento e atualização contínuos. Isso por conta das mudanças regulatórias, crescimento do negócio e novos riscos exigem revisões constantes para manter a empresa em conformidade.
Um outro aspecto super interessante do compliance empresarial é que ele é uma das principais “ferramentas” de prevenção a fraudes dentro de uma empresa. Isso acontece pois, quando implementa controles, ele se torna capaz de detectar diferentes ameaças e solucionar falhas operacionais.
Quer saber mais sobre esse tema? Acesse nosso artigo “como implementar um sistema de combate a fraude em sua organização”.
Visto tudo isso, é possível dizer que o compliance é para empresas que buscam crescer com mais segurança, clareza e previsibilidade. Isto essencialmente importante para momento do mercado e para empresas que desejam:
A verificação de antecedentes é uma das etapas mais importantes para um programa de compliance empresarial. Isso porque ela dá suporte para decisões críticas, como contratações e parcerias.
A BGC Brasil atua como parceira de empresas que precisam transformar a verificação de antecedentes em um pilar de compliance e gestão de riscos. Nossa plataforma de verificação vai além da checagem usual e te ajuda a validar informações de forma organizada, confiável e alinhada às exigências do negócio.
Dessa maneira, processos de background check se integram ao RH, ao compliance e ao jurídico, permitindo decisões mais seguras. Tudo com foco em reduzir riscos legais, reputacionais e operacionais desde o início.
Quer agendar um teste? Fale com nosso time!
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Maria Eduarda
Especialista em Produção de Conteúdo sobre Gestão de Riscos na BGC Brasil e estudante de Comunicação Social em Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
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